Terra é o chão do salão: o forró, o abraço, o compasso. Ar é o giro suspenso: a Roda Cyr, o risco, o picadeiro. Entre um e outro, o corpo desenha o que as palavras não alcançam.
Palco é o que se vê: o evento acontecendo, a produção cultural, o público. Bastidor é o que sustenta: a engenharia, os sistemas, o que não pode falhar. O Cyrandeiro gira no centro dos dois.